{"id":381,"date":"2022-06-08T17:32:47","date_gmt":"2022-06-08T20:32:47","guid":{"rendered":"https:\/\/ceara.fiocruz.br\/participatorio\/?p=381"},"modified":"2022-06-21T12:44:47","modified_gmt":"2022-06-21T15:44:47","slug":"lorem-ipsum-dolor-sit-amet","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ceara.fiocruz.br\/participatorio\/2022\/06\/08\/lorem-ipsum-dolor-sit-amet\/","title":{"rendered":"Participat\u00f3rio em Sa\u00fade e Ecologia de Saberes fortalecer\u00e1 a\u00e7\u00f5es em vigil\u00e2ncia popular"},"content":{"rendered":"\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Ano 1<\/strong> <strong>N\u00ba01<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Sobre o projeto<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>O projeto Participat\u00f3rio em Sa\u00fade e Ecologia de Saberes, coordenado pelos pesquisadores da Funda\u00e7\u00e3o Oswaldo Cruz (Fiocruz Cear\u00e1), Fernando Ferreira Carneiro e Ana Cl\u00e1udia de Ara\u00fajo Teixeira, tem como objetivo desenvolver a Vigil\u00e2ncia Popular da Sa\u00fade, Ambiente e Trabalho (VPSAT) com foco em popula\u00e7\u00f5es vulnerabilizadas, por meio de um \u201cParticipat\u00f3rio\u201d que articula organiza\u00e7\u00f5es comunit\u00e1rias com os servi\u00e7os p\u00fablicos de sa\u00fade e institui\u00e7\u00f5es de pesquisa no \u00e2mbito nacional.<\/p>\n\n\n\n<p>O projeto tem apoio do Edital Inova Fiocruz de Emerg\u00eancias de Sa\u00fade P\u00fablica e tem como t\u00edtulo: \u201cVigil\u00e2ncia popular da sa\u00fade, ambiente e trabalho: organiza\u00e7\u00f5es comunit\u00e1rias, servi\u00e7os p\u00fablicos de sa\u00fade e institui\u00e7\u00f5es de pesquisa atuando na defesa da vida de popula\u00e7\u00f5es vulner\u00e1veis\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Fernando Carneiro afirma que a origem desse projeto, que tem como foco a ideia de Vigil\u00e2ncia Popular, cresceu gradativamente no campo da sa\u00fade nesse per\u00edodo de pandemia do coronav\u00edrus, sobretudo, pela aus\u00eancia que houve do governo federal na atua\u00e7\u00e3o da pandemia em contornar o cen\u00e1rio de colapso do Sistema \u00danico de Sa\u00fade (SUS). &#8220;A nossa pesquisa criou um instrumento que \u00e9 o Participat\u00f3rio de Ecologia de Saberes e Sa\u00fade, que tem como objetivo visibilizar experi\u00eancias em todo o pa\u00eds e, ao mesmo tempo, apoiar seu desenvolvimento \u00e0 partir da vis\u00e3o da ecologia de saberes, em que se valoriza o saber popular em di\u00e1logo com o conhecimento cient\u00edfico em um contexto de lutas sociais pela vida&#8221;, informa o coordenador.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>O que ser\u00e1 feito e a quem se destina?<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Ao todo dez experi\u00eancias de vigil\u00e2ncia popular devem ser selecionadas e o cadastramento das comunidades e territ\u00f3rios pode ser feito atrav\u00e9s de formul\u00e1rio virtual. Das experi\u00eancias selecionadas, cinco devem ser do Cear\u00e1 e uma para cada regi\u00e3o do Brasil, que dever\u00e3o ser acompanhadas pelo Participat\u00f3rio a partir das atividades realizadas. O objetivo final \u00e9 produzir um guia de vigil\u00e2ncia popular, v\u00eddeos, cursos e relat\u00f3rios multim\u00eddia para atender demandas de forma\u00e7\u00e3o do SUS, movimentos populares, organiza\u00e7\u00f5es comunit\u00e1rias e institui\u00e7\u00f5es de pesquisa.<\/p>\n\n\n\n<p>A coordena\u00e7\u00e3o do projeto informa que ele \u00e9 voltado para movimento, organiza\u00e7\u00e3o ou entidade social e popular; agricultores\/as familiares; atingidos\/as por barragens, camponeses\/as, catadores\/as de caranguejo, comunidades que habitam ou usam reservas extrativistas, ind\u00edgenas, marisqueiras, pescadores e pescadoras artesanais, quilombolas, ribeirinhas, trabalhadores\/as rurais assalariados e tempor\u00e1rios que residam ou n\u00e3o no campo, trabalhadores\/as rurais; meeiros; trabalhadores\/as rurais assentados ou acampados, morador\/a de comunidade urbana (favelas), outras comunidades tradicionais, institui\u00e7\u00f5es de pesquisa e por equipes do SUS.<\/p>\n\n\n\n<p>Fernando explica que o projeto tem muito a ver com as trajet\u00f3rias de pesquisadores da Fiocruz Cear\u00e1 em valorizar os conhecimentos populares no processo de produ\u00e7\u00e3o do conhecimento acad\u00eamico e com a pandemia, de acordo com ele, emergiram v\u00e1rias experi\u00eancias do que tem sido chamado de \u201cVigil\u00e2ncia Popular\u201d. \u201cIsso foi uma rea\u00e7\u00e3o dos movimentos e fortaleceu iniciativas de gera\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00e3o para a\u00e7\u00e3o partindo dos pr\u00f3prios movimentos. Ent\u00e3o visualizamos uma oportunidade de ampliar isso para o nosso campo de atua\u00e7\u00e3o de sa\u00fade, ambiente e trabalho adotando uma abordagem participativa baseada na a\u00e7\u00e3o e na ecologia de saberes\u201d, afirma.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cO que a gente pode dizer \u00e9 que a vigil\u00e2ncia popular j\u00e1 tem se realizado mesmo sem um apoio do Estado, apesar de que ela n\u00e3o visa substituir o papel do Estado, mas elas n\u00e3o v\u00e3o deixar de existir em fun\u00e7\u00e3o do nosso projeto encerrar o financiamento. O que o nosso projeto vai ajudar, \u00e9 garantir uma maior visibiliza\u00e7\u00e3o das experi\u00eancias, ent\u00e3o isso pode ajudar a fortalece-las, ao mesmo tempo que com as selecionadas n\u00f3s vamos contribuir numa perspectiva da pesquisa-a\u00e7\u00e3o que j\u00e1 vai deixar algum legado, mas sem d\u00favida a sustentabilidade \u00e9 sempre um desafio para todas as experi\u00eancias de vigil\u00e2ncia popular, pois envolve custos, monitoramento participativo, mesmo que simplificadas, ent\u00e3o \u00e9 realmente uma quest\u00e3o importante, na atual conjuntura \u00e9 muito dif\u00edcil\u201d, conclui Fernando.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>O que \u00e9 a VPSAT?<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Luiz da Silva, cientista ambientalista e atualmente, bolsistas de pesquisa na Fiocruz Cear\u00e1, explica que a Vigil\u00e2ncia Popular da Sa\u00fade, Ambiente e Trabalho (VPSAT) tem sido utilizada para nominar pr\u00e1ticas de vigil\u00e2ncia que privilegiam o protagonismo de comunidades, entidades, organiza\u00e7\u00f5es e movimentos sociais. Ela pode envolver diferentes graus de atua\u00e7\u00e3o do Estado, da academia e dos profissionais de sa\u00fade, desde que estes reconhe\u00e7am os atores e saberes populares e se impliquem nos processos participativos de natureza dial\u00f3gica. \u201cAssim, trata-se de uma \u00e1rea que consiste em olhar e intervir junto ao Estado, promovendo a apropria\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o do conhecimento t\u00e9cnico-cient\u00edfico em di\u00e1logo com saberes populares\u201d, afirma.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cDesse modo, podemos considerar iniciativas de VPSAT as que n\u00e3o s\u00e3o apenas dos servi\u00e7os de sa\u00fade, mas que tamb\u00e9m surgem das comunidades\/territ\u00f3rios agregando seus saberes populares. Na vigil\u00e2ncia popular a comunidade pode gerar, sistematizar e analisar dados referentes aos problemas que vivenciam no \u00e2mbito da sa\u00fade, ambiente e trabalho, ao tempo em que exercem o protagonismo por meio de tecnologias sociais\/monitoramento simplificado\u201d explica Luiz.<\/p>\n\n\n\n<p>O Movimento 21 (M21) \u00e9 um exemplo de vigil\u00e2ncia popular. O historiador e ativista do M21, Reginaldo Ferreira de Ara\u00fajo, explica que o M21 \u00e9 um agrupamento horizontal de v\u00e1rias entidades e de movimentos sociais n\u00e3o s\u00f3 da regi\u00e3o do Vale do Jaguaribe, mas tamb\u00e9m de fora da regi\u00e3o. De acordo com ele, esse agrupamento vai desde a academia, como o Tramas\/UFC e UECE, como tamb\u00e9m os movimentos sociais como o MST, a CSP Conlutas, a OPA, entidades paroquiais como a C\u00e1ritas Diocesano, a Fafidam, a Escola Agr\u00edcola Z\u00e9 Maria do Tom\u00e9, a Femage, entre outras.<\/p>\n\n\n\n<p>Reginaldo explica que o movimento nasceu a partir do assassinato do Z\u00e9 Maria do Tom\u00e9, no dia 21 de abril de 2010, em Limoeiro do Norte, por combater a pulveriza\u00e7\u00e3o a\u00e9rea e a grilagem de terra na Chapada do Apodi. \u201cEsse movimento \u00e9 a nossa vigil\u00e2ncia popular aqui. A partir do assassinato do Z\u00e9 Maria do Tom\u00e9 o agroneg\u00f3cio achou que n\u00e3o ia ter mais quem fiscalizasse a quest\u00e3o a pulveriza\u00e7\u00e3o a\u00e9rea e grilagem de terra, e a partir disso a gente fez esse movimento para nos autodefender e tamb\u00e9m para continuar a luta do Z\u00e9 Maria do Tom\u00e9 contra a pulveriza\u00e7\u00e3o a\u00e9rea e contra o envenenamento\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>O movimente existe at\u00e9 hoje e segundo Reginaldo, uma de suas maiores vit\u00f3rias foi o Centro de Refer\u00eancia em Sa\u00fade, Trabalho e Ambiente \u2013 CERESTA RURAL Z\u00e9 Maria do Tom\u00e9, que atende os trabalhadores adoecidos por conta do veneno. Outra grande conquista apontada por Reginaldo \u00e9 a Lei Z\u00e9 Maria do Tom\u00e9, que \u00e9 a \u00fanica lei que existe no Brasil contra a pulveriza\u00e7\u00e3o a\u00e9rea.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cEnt\u00e3o a vigil\u00e2ncia popular \u00e9 importante por conta disso. A partir dessa observa\u00e7\u00e3o que Z\u00e9 Maria fazia da luta no territ\u00f3rio. A gente continua a luta e a pauta dele, ent\u00e3o mantivemos esse legado dele, e hoje, a gente tem uma lei que pro\u00edbe a pulveriza\u00e7\u00e3o a\u00e9rea no Cear\u00e1 que \u00e9 a \u00fanica lei no Brasil\u201d, finaliza.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Institui\u00e7\u00f5es que colaboram com o projeto<\/strong><strong>\u00a0\u00a0<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>A iniciativa conta com a parceria de diversas organiza\u00e7\u00f5es, entidades, movimentos e institui\u00e7\u00f5es, dentre elas:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Campanha Permanente Contra os Agrot\u00f3xicos e Pela Vida;<\/li><li>C\u00e9lula de Vigil\u00e2ncia em Sa\u00fade do Trabalhador e da Trabalhadora do Estado do Cear\u00e1;<\/li><li>Centro de Estudos do Trabalho e de Assessoria ao Trabalhador e \u00e0 Trabalhadora \u2013 CETRA;<\/li><li>Centro de Refer\u00eancia em Sa\u00fade, Trabalho e Ambiente \u2013 CERESTA RURAL Z\u00e9 Maria do Tom\u00e9;<\/li><li>Conselho Pastoral dos Pescadores Regional CE;<\/li><li>Escola Fam\u00edlia Agr\u00edcola Jaguaribana Z\u00e9 Maria do Tom\u00e9;<\/li><li>Escola Popular da Natureza;<\/li><li>Funda\u00e7\u00e3o Oswaldo Cruz \u2013 Esc. T\u00e9cnico Mato Grosso do Sul;<\/li><li>Grupo de Trabalho de Educa\u00e7\u00e3o Popular em Sa\u00fade da Abrasco;<\/li><li>Instituto Federal do Cear\u00e1 \u2013 IFCE;<\/li><li>Movimento 21;<\/li><li>MST Rio Grande do Sul;<\/li><li>Projeto Paulo Freire;<\/li><li>Rede de Desenvolvimento Local, Integrado e Sustent\u00e1vel do Grande Bom Jardim;<\/li><li>Rede Nacional de M\u00e9dicas e M\u00e9dicos Populares;<\/li><li>Secretaria de Sa\u00fade do Cear\u00e1;<\/li><li>Secretaria de Sa\u00fade do Tocantins;<\/li><li>Secretaria do Desenvolvimento Agr\u00e1rio do Estado do Cear\u00e1 &#8211; Projeto Paulo Freire;<\/li><li>Secretaria Municipal de Sa\u00fade de Mossor\u00f3 \u2013 RN;<\/li><li>Universidade Federal do Cear\u00e1 \u2013 UFC;<\/li><li>Universidade da Integra\u00e7\u00e3o Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira \u2013 UNILAB<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Escola Polit\u00e9cnica de Sa\u00fade Joaquim Ven\u00e2ncio \u2013 EPSJV<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Metodologia<\/h2>\n\n\n\n<p>O desenho de estudo adotado \u00e9 o da pesquisa-a\u00e7\u00e3o, tendo como participantes a teia de experi\u00eancias que constitui o Participat\u00f3rio. Est\u00e1 sendo desenvolvido em 4 etapas:<\/p>\n\n\n\n<p>1.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Cria\u00e7\u00e3o do Participat\u00f3rio de VPSAT: constituir o grupo de pesquisadores com representantes das tr\u00eas esferas do SUS, Institui\u00e7\u00f5es de Pesquisa e Movimentos Populares e organiza\u00e7\u00f5es comunit\u00e1rias;<\/p>\n\n\n\n<p>2.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Sistematiza\u00e7\u00e3o de conhecimentos e pr\u00e1ticas de experi\u00eancias de VPSAT: Levantamento de conceitos, m\u00e9todos, t\u00e9cnicas e estrat\u00e9gias existentes em VPSAT; e mapeamento e caracteriza\u00e7\u00e3o de experi\u00eancias de VPSAT no enfrentamento de problemas em territ\u00f3rios realizado atrav\u00e9s de formul\u00e1rio eletr\u00f4nico;<\/p>\n\n\n\n<p>3.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Apoio ao desenvolvimento de experi\u00eancias de VPSAT: Desenvolver o processo de acompanhamento e apoio a partir da sele\u00e7\u00e3o das dez experi\u00eancias, uma em cada regi\u00e3o do Brasil e cinco no Cear\u00e1, estado sede do Participat\u00f3rio. A equipe do Participat\u00f3rio ir\u00e1 contribuir na elabora\u00e7\u00e3o de Planos de A\u00e7\u00e3o de VPSAT para cada caso;<br>4.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Dissemina\u00e7\u00e3o cient\u00edfica a partir de uma comunica\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica e popular: Alimenta\u00e7\u00e3o do site e redes sociais com informa\u00e7\u00f5es de interesse para o SUS.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ano 1 N\u00ba01 Sobre o projeto O projeto Participat\u00f3rio em Sa\u00fade e Ecologia de Saberes, coordenado pelos pesquisadores da Funda\u00e7\u00e3o Oswaldo Cruz (Fiocruz Cear\u00e1), Fernando Ferreira Carneiro e Ana Cl\u00e1udia de Ara\u00fajo Teixeira, tem como objetivo desenvolver a Vigil\u00e2ncia Popular da Sa\u00fade, Ambiente e Trabalho (VPSAT) com foco em popula\u00e7\u00f5es vulnerabilizadas, por meio de um [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":830,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[26,25],"tags":[46,45],"class_list":["post-381","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticia","category-participatorio-comunica","tag-participatorio","tag-pesquisa-acao"],"blocksy_meta":{"styles_descriptor":{"styles":{"desktop":"","tablet":"","mobile":""},"google_fonts":[],"version":6}},"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ceara.fiocruz.br\/participatorio\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/381","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ceara.fiocruz.br\/participatorio\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ceara.fiocruz.br\/participatorio\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ceara.fiocruz.br\/participatorio\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ceara.fiocruz.br\/participatorio\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=381"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/ceara.fiocruz.br\/participatorio\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/381\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":831,"href":"https:\/\/ceara.fiocruz.br\/participatorio\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/381\/revisions\/831"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ceara.fiocruz.br\/participatorio\/wp-json\/wp\/v2\/media\/830"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ceara.fiocruz.br\/participatorio\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=381"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ceara.fiocruz.br\/participatorio\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=381"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ceara.fiocruz.br\/participatorio\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=381"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}